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Domingo, 28 de Dezembro de 2008

Águas cristalinas chamam atenção em Bonito

Não há como ignorar o trocadilho: Bonito é realmente muito bonito. A natureza foi ímpar em suas atribuições, e os privilegiados são os turistas, que a cada ano descobrem, no Mato Grosso do Sul, a 278 quilômetros da capital do estado - Campo Grande - esse paraíso. As atrações vão da simples contemplação - que em Bonito ganha um novo sentido - à mais pura adrenalina, especialmente concebida para os adeptos dos esportes radicais.
Bonito fica na Serra da Bodoquena - que abriga a maior extensão de florestas preservadas do Mato Grosso do Sul - e possui o maior aquário natural de água doce do Brasil. As opções de diversão e aventura são inúmeras: trekking, banhos de cachoeiras, grutas de águas cristalinas, como a belíssima Gruta do Lago Azul, flutuação nas correntezas de rios como Sucuri, da Prata e Formoso, rafting, mergulho autônomo (com cilindros de oxigênio), trilhas de bike, rapel, parapente, ultra-leve.

O santuário ecológico ainda preserva uma admirável diversidade de espécies animais e vegetais. O mais impressionante é observar a riqueza que habita o fundo de rios e lagoas. A visibilidade das águas da região, garantida pela alta concentração de calcário, que funciona como agente purificador, permite que o turista desfrute desse privilégio.

O sucesso do turismo em Bonito está intimamente ligado à preservação da natureza. Qualquer passeio nesse santuário é acompanhado por um guia local registrado.

Nesse contexto, foram criados o Parque Ecoturístico da Bodoquena e o Projeto Vivo. O primeiro é uma iniciativa da ONG Instituto Peabiru de Ecoturismo e inclui passeios em canoas canadenses, mountain bikes, cavalos e trekking. Já o segundo, promove trekking, rafting no Formoso, passeios a cavalo e atividades especiais para crianças utilizando papel reciclado e reciclagem de lixo. Ambos são empreendimentos de lazer associados à educação ambiental e procuram mostrar como é possível aliar conservação da natureza, ecoturismo e geração de empregos.

Fonte: terra

Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Conheça as belezas da Praia do Espelho

O litoral baiano abriga verdadeiras jóias da natureza e um dos locais que faz parte desse tesouro, sem dúvida, é a Praia do Espelho. Localizada no distrito de Caraíva, dentro do município de Porto Seguro, a Praia do Espelho é uma ótima opção para quem quer sossego, sol e mar.
Celebridades nacionais e artistas internacionais já se refugiaram neste paraíso que até o ano passado não possuía energia elétrica. Atualmente, no distrito de Caraíva está sendo instalada uma rede de energia com fios subterrâneos. Esse tipo de iluminação foi escolhido para não acabar com estilo rústico e aconchegante do vilarejo. Dessa forma, a luz existe somente dentro das casas e estabelecimentos comerciais, as ruas continuam sendo clareadas pelo luar e o brilho das estrelas.

O nome Praia do Espelho na verdade é um apelido que nasceu devido ao efeito provocado pelo reflexo do sol nas piscinas naturais formadas no mar. Praia do Curuípe é a denominação oficial dessa belíssima extensão de areia e águas claras.

A maioria das pousadas e restaurantes se localiza no centro de Caraíva, que fica à aproximadamente 9km da Praia do Espelho. No entanto, para quem está disposto a gastar um pouco mais, vale a pena se acomodar próximo do mar de Curuípe.

Atrações e passeios
Sem dúvida o maior atrativo do lugar é a natureza. Para apreciá-la da melhor forma, você pode apenas relaxar em uma cadeira de frente para o mar ou optar pelos passeios.

Caminhadas e cavalgadas são as atividades mais freqüentes. Mas, para quem gosta de ir além, existem os mergulhos pela Costa do Descobrimento - que se estende desde Belmonte até Caraíva. Os principais pontos para a prática são o Parque Marinho Recife de Fora e o Parque Marinho da Coroa Alta.

Uma atração imperdível é o passeio de canoa pelo Rio Caraíva, que é margeado por manguezais, a Mata Atlântica e fazendas de gado. A aventura começa no cais do vilarejo e vale a pena ir até a Reserva Pataxó de Barra Velha, no Parque Nacional de Monte Pascoal.

Outra coisa que você não pode deixar de fazer é subir até o topo da falésia da Praia do Espelho para registrar do melhor ângulo as paisagens formadas pelo mar, os coqueiros e a areia.

Sem badalação, mas com muito forró
A vida noturna da vila de Caraíva se resume aos aconchegantes restaurantes e aos bailes de Forró. Os mais conhecidos são o Forró do Pelé e o do Ouriço. Quanto às opções de culinária, uma boa pedida é o Bar do Porto, que fica às margens do Rio Caraíva. O estabelecimento oferece pizzas, música ao vivo e um ambiente iluminado à luz de velas.

Se a intenção é um jantar com mais requinte, o Restaurante do Brando, que fica no Condomínio do Outeiro, serve exóticos pratos que mesclam a culinária italiana com influências asiáticas.

Mas para quem gosta de agito, o melhor a fazer é ir até Trancoso, a 30 minutos da Praia do Espelho. A cidade tem opções de bares e baladas, além de festas e shows na alta temporada.
Fonte: terra

Conheça um paraíso tropical chamado Ilhéus

Ilhéus é um cenário ideal para os visitantes que buscam belezas naturais e roteiros históricos - que estampam nas fachadas das construções a influência do período áureo da cultura do cacau. A cidade de clima quente e úmido fica a 460km de Salvador e tem uma população média de 221 mil habitantes.
Culturalmente, a cidade é conhecida como a terra de Jorge Amado, um dos mais famosos escritores brasileiros, que imortalizou nas suas obras a cidade, seus costumes e a apimentada culinária local composta por peixes, lagostas, camarões, caranguejos e mariscos.

Tanto que um dos passeios mais marcantes é conhecer o bar Vesúvio, que ambientou o romance Gabriela, Cravo e Canela, uma das obras mais conhecidas do escritor baiano. Para completar o roteiro cultural, vale dar uma passadinha na antiga casa do escritor, que hoje abriga a Fundação Cultural, a Academia de Letras e o Instituto Histórico de Ilhéus.

A cidade também fascina pela natureza, já que é banhada por águas azuis e ainda preserva a Mata Atlântica, onde, com um pouco de sorte, é possível apreciar a extinta espécie que habita a região: o mico-leão-dourado.

Os ecoturistas vão se maravilhar com a Lagoa Encantada, pois lá estão refrescantes quedas d'água - como o Saltos do Almada e o Salto do Apepique -, ilhas flutuantes e uma vila de pescadores. Outro destino ecológico imperdível é passear de barco entre os manguezais do Rio do Engenho, que fica na vila Nossa Senhora de Santana, onde foi construído um dos primeiros engenhos de cana-de-açúcar da Bahia.

A história do tempo colonial pode ser, de certa forma, recontada pela arquitetura, a exemplo dos casarões e fazendas de cacau espalhadas pela cidade. O roteiro histórico não pode deixar de fora a Catedral de São Sebastião, o Convento e a Igreja de Nossa Senhora da Piedade, no bairro Alto do Ceará.

Por conta das altas temperaturas durante todo o ano, o maior atrativo de Ilhéus são suas praias de areia clara e águas límpidas. A Praia do Cristo localiza-se na ponta que divide o mar da Baía do Pontal e é bastante procurada pelos esportistas náuticos. Já a Praia de São Miguel está a 5km do Centro e oferece barraquinhas para acomodar os banhistas. A Praia de Canabrava, por sua vez, tem ondas fracas e uma paisagem de coqueirais quase que inexplorada.
Fonte: terra

Encontre tranqüilidade e badalação em Porto Seguro

Um dos capítulos da história oficial do Brasil começou a ser escrito na cidade de Porto Seguro, na Bahia, no dia 22 de abril de 1500. Patrimônio Histórico Nacional desde 1973 e Patrimônio Natural da Humanidade desde 2000, a cidade está localiza na Costa do Descobrimento, local onde os portugueses, comandados por Pedro Álvares Cabral, desembarcaram em solo brasileiro.
Praias repletas de manguezais, coqueirais, arrecifes, falésias e Mata Atlântica fazem do local um verdadeiro paraíso ecológico. Outro atrativo da região são os passeios históricos, com destaque para o Marco do Descobrimento, trazido de Portugal por Gonçalo Coelho, em 1503, a Igreja de Nossa Senhora da Pena, padroeira da cidade, com sua torre em louça de Macau e a Casa de Câmara e Cadeira, que abriga o Museu de Porto Seguro.

Alguns pontos da cidade, como o vilarejo de Caraíva, preservam seu aspecto rústico, pela dificuldade de acesso, com alguns quilômetros de estrada de terra. Uma boa opção de passeio é visitar a aldeia indígena de Barra Velha, por meio de um barco de pescador ou de uma carroça. A aldeia fica no pé do Monte Pascoal, marco histórico do Descobrimento do Brasil.

A diversão vai desde um roteiro histórico e cultural até passeios mais agitados, tanto durante o dia, quando o lazer náutico é praticado, como à noite, quando os bares da orla, barracas de ruas e restaurantes de diversos tipos de culinária lotam de visitantes de todas as idades e tribos.

Se em Porto Seguro existe festa todas as noites do ano, no Carnaval e no verão a cidade simplesmente vai à loucura. A chamada Passarela do Álcool (nome pelo qual ficou conhecida a Avenida Portugal, um dos pontos noturnos mais agitados da cidade) fica lotada de blocos, trios elétricos e bandas, que se apresentam em meio à festa que domina a cidade. Em Porto Seguro, o Carnaval não termina na Quarta-Feira de Cinzas, como no resto do país. A data é apenas o marco para o início de uma nova festa: o Carnaporto, o Carnaval prolongado da cidade.

Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Buenos Aires é a capital européia na América Latina

Buenos Aires é mesmo a capital mais européia da América Latina; cada um de seus recantos está impregnado do conhecido charme portenho, homens bonitos e bem vestidos - acompanhados por mulheres que não se importam em ditar novas tendências de moda - transitam apressados por suas ruas. Além de existir um pouco de história em cada esquina, a cidade recende a manifestações culturais e políticas.
Não é impressão: você vai tropeçar em pedaços de história a cada instante. Pode ser uma casa, uma rua, uma árvore e até um cemitério. O melhor é que tudo está à disposição por valores bem acessíveis para quem escolhe a capital da Argentina como destino. Na comparação com os preços no Brasil, os hotéis na média são baratos, há acomodações para literalmente todos os bolsos e os restaurantes e cafés, mesmo que com contas mais "salgadas", estão longe de apresentar valores proibitivos.

Por tudo isso, a dica é a seguinte: se você quer mesmo conhecer Buenos Aires, comece pelo Centro. Aqui está um pouco de tudo que a capital da Argentina oferece: há lugares históricos, passeios, hotéis ruins, bons ou excelentes, uma infinidade de opções de compras, pontos turísticos conhecidos ou não, restaurantes tradicionais e modernos, livrarias, cinemas e cafés. O Centro histórico e cultural, também conhecido como "el centro", é onde largas avenidas se misturam com ruas muito estreitas e onde estão a Casa Rosada, os calçadões da Florida e da Lavalle, casas de espetáculos, pizzarias e livrarias que agitam a noite e, claro, parte da Avenida 9 de Julio e da Corrientes, ou a Plaza San Martin. Em grande parte das vias, é possível circular com segurança à noite.

Do Centro, você pode ir a pé até a Recoleta, ou, se preferir seguir para o sul, a San Telmo, e Puerto Madero é bem ali embaixo. Caso não goste de caminhar, tome um dos famosos táxis negros. Eles estão por toda a parte e também cobram tarifas baixas na comparação com os preços praticados no Brasil. Apenas fique certo de que estará perdendo alguma coisa. Buenos Aires é uma cidade para ser conhecida a pé. Tudo aqui leva você a caminhar. Não é só a possibilidade de encontrar um lugar famoso quando dobrar a esquina. As construções foram erguidas para serem apreciadas, as árvores e flores são uma atração à parte e é muito fácil, mesmo para quem está chegando pela primeira vez, de se localizar, pelo menos entre as regiões mais conhecidas.

Uma das características da capital é a existência de extensas avenidas, que cruzam os limites dos bairros. Outra é que a disposição dos bairros mais conhecidos torna remota a possibilidade de você se perder. Belgrano, Palermo, Recoleta, Centro, Puerto Madero, Montserrat, San Telmo e La Boca, nesta ordem, estão dispostos em uma faixa próxima ao rio e qualquer mapa, mesmo um bem simples, possibilita esta orientação.

A cidade, como se sabe, é pretensiosa sim. A efervescência cultural dá uma idéia do que se encontra por aqui. A grande via de concentração dos espetáculos, a Corrientes, passou por altos e baixos. Mesmo assim, os portenhos continuam a considerá-la a Broadway latino-americana. Nem tente comparações com o Brasil. Além da histórica rivalidade, eles se têm como bem mais cultos. Voltando a Corrientes: a avenida concentra o teatro tradicional e Buenos Aires pode orgulhar-se de manter em média 150 produções semanais.

E como os hermanos não se abalam com facilidade, aproveitaram as crises para instituir espaços menores, em um circuito mais alternativo - e popular - conhecido como Off-Corrientes. Expandiram a arte a Abasto, Almagro e Palermo. Criaram uma mistura que em Buenos Aires é típica: por isso a mesma cidade que leva a arte para pontos distantes , às vezes bem alternativos, mantém a defesa permanente de ícones como o Colon e o Actors Stúdio. Na gastronomia, isso se repete. Em que outra capital latino-americana um restaurante de classe e cheio de pompa é especializado em cozinha argentina (onde as carnes são o forte) e sushis, e chama o resultado de culinária de autor ou fusion, tudo com um toque de contemporaneidade.

Por falar em contemporâneos, se você faz o gênero ao estilo mais tradicional, seu lugar é em Puerto Madero. Ferraris estacionadas junto a entradas de escritórios luxuosos de grandes corporações, restaurantes caros e um toque retrô, já que estamos no porto. Sim, em Buenos Aires tudo se mistura, mas as diferentes tribos têm seus territórios demarcados. A ambigüidade é romântica e, por isso, faz parte da alma portenha. Assim, se você gosta de história, política e cultura, volte ao Centro. Ou hospede-se em San Telmo e Montserrat.

Agora, se além disso, também quer sofisticação, fique na Recoleta ou em Palermo. Sobram bons restaurantes e lojas de grifes de tirar o fôlego - e esvaziar os bolsos. Palermo, é bom lembrar, também concentra os descolados e fãs de programas alternativos. Além disso, tem as melhores baladas de Buenos Aires (os portenhos dizem que são as melhores do continente, claro). As casas noturnas são mais "quentes" em Palermo Viejo (uma das subdivisões dentro de Palermo), que por sua vez, abriga outras duas regiões menores: Palermo Soho e Palermo Hollywood. Qualquer lembrança que o remeta aos originais não é mera coincidência. Aquelas mulheres que você vê circulando pelo Centro "ditando tendências", chegam às baladas como se estivessem de fato em Nova Iorque ou Hollywood.

A diversão à noite é garantida. Só não passe o dia seguinte dormindo no hotel. Por mais lugares que conheça, sempre vai sair da cidade com a sensação de que algo lhe escapou. Talvez, por isso, antes de chegar ao aeroporto, já esteja com vontade de voltar.
Fonte: terra

Saiba que peças não podem faltar em sua mala

Uma semana de férias em regiões frias
- 1 calçado baixo e confortável (tênis ou sapatilhas)
- 1 calçado com salto para jantares ou outras ocasiões mais formais
- 1 par de botas
- 1 par de chinelos para quarto
- 3 conjuntos de lingerie com mais 4 calcinhas extras (tente combinar as cores)
- 3 pares de meias para usar com tênis ou botas
- 1 par de meia-calça transparente
- 2 pares de meias opacas pretas
- 1 cachecol colorido
- 1 par de luvas
- 1 blusa de gola alta de cor neutra
- 1 trench coat
- 1 casaco 7/8
- 1 jaqueta
- 2 suéteres
- 1 pijama ou camisola
- 1 saia de cor neutra
- 1 calça esportiva
- 1 calça jeans
- 2 calças de sarja
- 2 camisas
- 1 blusa de malha de manga comprida
- 1 blusa de malha de manga curta
- 1 vestido para noite
- 1 bolsa pequena para a noite
- 1 bolsa média para o dia

Uma semana de férias na praia
- 1 calçado baixo e confortável (tênis ou sapatilhas)
- 1 sandália de salto
- 1 par de rasteirinhas
- 1 par de chinelos para quarto
- 3 conjuntos de lingerie com mais 4 calcinhas extras
- 3 pares de meias para usar com tênis (se optar por ele)
- 1 pijama ou camisola
- 1 bolsa média ou grande
- 1 bolsa menor para a noite
- 2 vestidos para o dia
- 1 vestido para noite
- 1 calça de malha
- 1 calça jeans
- 1 camisa branca
- 2 blusas de malha
- 2 shorts ou bermudas
- 4 biquínis
- 2 saídas de praia
- 1 chapéu de praia
- 1 sacola para praia
- filtro solar

Viagem de negócios de 3 dias
- 1 calçado confortável
- 1 calçado com salto para jantares ou outras ocasiões mais formais
- 1 par de chinelos para quarto
- 1 conjunto de lingerie com mais 2 calcinhas extras
- 1 par de meia-calça transparentes e 1 par de opacas pretas
- 1 pijama ou camisola
- 2 tailleurs (ou terninhos, de acordo com a preferência)
- 1 calça de alfaiataria (ou uma saia reta, para quem preferiu os ternos)
- 1 camisa branca
- 1 camisa colorida ou estampada
- 1 vestido para noite
- 1 bolsa pequena para a noite
- 1 bolsa média ou grande para o dia
- Se a viagem for para regiões frias, acrescente 1 trench coat e 1 suéter ou cardigan de lã de cor neutra.
Fonte: terra

Confira dicas para arrumar malas para viagem

Antes de fazer uma viagem, é preciso ter informações importantes sobre o destino. Elas irão ajudar bastante na hora de arrumar as malas. Deve-se conhecer com detalhes a cidade que irá ser visitada: seus pontos turísticos, atrações regionais, vida noturna, bons restaurantes, shoppings e tudo mais.
Fundamental também é saber como estará tempo na região no período da viagem: seco ou chuvoso, quente ou frio. Com base em todas estas informações, é possível saber qual o tipo de roupa deverá ser colocada nas malas: mais formais ou não, leves ou pesadas, calçados abertos ou fechados e assim por diante.

O tipo de mala a ser usada também pode variar de acordo com o destino: o formato retangular é ideal para viagens de negócios - pois você pode colocar ternos, trench coats e tailleurs de maneira que amarrotem menos. Quem sempre traz de volta objetos frágeis deve usar uma mala de revestimento firme ou levar uma bolsa extra para trazer os objetos separadamente. Se vai acampar ou fazer trilha, o ideal é uma mochila específica, resistente à água e ao barro.

Ao arrumar a mala, o importante é dispor as roupas de maneira a amarrotá-las o mínimo possível e deixar tudo organizado para ficar fácil de localizar.

- Os produtos de higiene pessoal, maquiagens e remédios devem ser colocados em lugares separados. Produtos de frascos grandes devem ser armazenados em outros menores, se for possível. Não havendo espaço suficiente na mala, leve-os em uma bolsa de mão.

- Se não houver espaço próprio para guardar os sapatos, coloque-os em saquinhos e deixe no fundo da mala.

- Peças delicadas (jóias, óculos, chapéus e perfumes) devem ser colocadas em estojos ou caixas específicas para evitar que se quebrem. Sempre que possível é melhor que fiquem numa bolsa de mão.

- As calças são as primeiras peças a entrar na mala e as pernas devem ficar de fora, depois de colocar todas as outras roupas, envolva-as com as pernas.

- As peças de roupa feitas em tecido mais delicados (lã ou seda, por exemplo) devem ser armazenadas em saquinhos ou, pelo menos, envoltas em papel de seda.

- As blusas, camisetas, calças e outras peças em malha devem ser dobradas e depois enroladas, assim amassam menos, podem ser colocadas em qualquer cantinho e fica mais fácil de achá-las.
Fonte: terra

Terça-feira, 8 de Julho de 2008

A fauna pantaneira

No Pantanal não há monotonia. A característica constante é a movimentação dos animais, seus cantos, alaridos, zumbidos e mergulhos nas águas.

Os sons que pairam sobre a imensa região, tanto de dia como de noite, são de uma beleza incalculável.

O grau de inundação no Pantanal não há monotonia. A característica constante é a movimentação dos animais, seus canto noite, são de uma beleza incalculável.

O nície inundável é universalmente definida como um siente proixes catalogados para o Pantanal. São recursos ecológicos importantes para essa região, como compartimento biótico do sistema.

fauna presentes na bacia foi disponibilizada, pela primeira vez na literatura, no documento final referente ao componente biótico do Plano de Conservação da Bacia do Alto Paraguai.

Um tote de espécimes depositados em coleções e, principalmente, inventários faunísticos recentes, mostram que há, em áreas do entorno, um total de 179 espécies de répteis para a BAP. Quanto aos anfíbios, além das formas registradas, são conhecidas pelo menos treze espécies adicionais na planície e outras 27 aparentemente exclusivas dos planaltos de entorno.

A amente em áreas altas no entorno.

Estão registradas 444 espécies de aves para a planície pantaneira, entendida aqui como somente a parte inundável do Pantanal enquanto que para o Cerrado há 837 espécies das quais 759 (90,7%) se reproduzem no bioma. Contudo, para o Pantanal, como a região é definida neste site, há 661 espécies.

O Cerrado conta com 195 espécies de mamíferos enquanto que o Pantanal tem 132 espécies. A maioria das espécies de ambos os biomas depende de hábitats florestados.

Entre essa concentração de espécies, na região considerada como um dos grandes centros de reprodução do mundo, pode-se apresentar algumas espécies, algumas símbolos do Pantanal, outras que somente ali é possível observar a sua beleza e comportamento característico.

São populações de Cervos-do-Pantanal, Capivaras, Lontras Ariranhas, de Maguaris, Garças, Garças-Reais e Colhereiros, jacarés, e, o Tuiuiú, ave símbolo da região, entre outras muitas espécies que fazem do Pantanal um nicho ecológico de valor inestimável para a população mundial.

Essa grande planície inundável é universalmente definida como um sistema ecologicamente produtivo. São hábitats em zonas de transição entre terras altas não inundáveis (planaltos) e planícies inundáveis.

Há 263 espécies de peixes catalogados para o Pantanal. São recursos ecológicos importantes para essa região, como compartimento biótico do sistema.

Constituem alimento sazonal em torno do qual há uma concentração de aves, que se agregam em vazantes ou baías, para se alimentarem, ou em ninhais, colônias de reprodução em comportamento cooperativo para onde os pais trazem o alimento, geralmente peixes, e onde se congregam também grandes quantidades de predadores que se aproveitam da oferta de alimento (filhotes de aves que caem dos ninhos), como sucuris, jacarés, lobinhos, mão-pelada, quatis e outros oportunistas.

Uma listagem compreensiva dos grupos da herpetofauna presentes na bacia foi disponibilizada, pela primeira vez na literatura, no documento final referente ao componente biótico do Plano de Conservação da Bacia do Alto Paraguai.

Um total de 22 espécies de anfíbios anuros e 83 de répteis foram listadas para a planície de inundação, em documento com reduzida circulação e de difícil acesso para a comunidade científica em geral.

Exames adicionais da literatura e de espécimes depositados em coleções e, principalmente, inventários faunísticos recentes, mostram que há, em áreas do entorno, um total de 179 espécies de répteis para a BAP. Quanto aos anfíbios, além das formas registradas, são conhecidas pelo menos treze espécies adicionais na planície e outras 27 aparentemente exclusivas dos planaltos de entorno.

A anurofauna da BAP estaria constituída, por pelo menos 80 espécies, das quais mais de metade (45 espécies) parece ocorrer exclusivamente em áreas altas no entorno.

Estão registradas 444 espécies de aves para a planície pantaneira, entendida aqui como somente a parte inundável do Pantanal enquanto que para o Cerrado há 837 espécies das quais 759 (90,7%) se reproduzem no bioma. Contudo, para o Pantanal, como a região é definida neste site, há 661 espécies.

O Cerrado conta com 195 espécies de mamíferos enquanto que o Pantanal tem 132 espécies. A maioria das espécies de ambos os biomas depende de hábitats florestados.

Entre essa concentração de espécies, na região considerada como um dos grandes centros de reprodução do mundo, pode-se apresentar algumas espécies, algumas símbolos do Pantanal, outras que somente ali é possível observar a sua beleza e comportamento característico.

São populações de Cervos-do-Pantanal, Capivaras, Lontras Ariranhas, de Maguaris, Garças, Garças-Reais e Colhereiros, jacarés, e, o Tuiuiú, ave símbolo da região, entre outras muitas espécies que fazem do Pantanal um nicho ecológico de valor inestimável para a população mundial.

O PANTANAL - RESERVA DA BIOSFERA MUNDIAL

O Pantanal do Mato Grosso é a maior área alagável do mundo. O Pantanal é uma imensa bacia intercontinental, delimitada pelo Planalto Brasileiro, ao leste, pelas Chapadas Mato-grossenses, ao norte, e também por uma cadeia de morros e terras altas do sopé Andino, a oeste. Portanto, ele pode ser considerado um grande delta
interno, onde se acumulam as águas do alto Paraguai e as de grande número de rios que descem do Planalto.
Através do rio Paraguai, o Pantanal está intimamente ligado à grande bacia do rio Paraná - rio da Prata.
Conexões aquáticas difusas com afluentes amazônicos existem ao norte, especialmente com o rio Guaporé.

A drenagem deste delta interno pelo médio Paraguai, por meio da barra estreita e rasa do Fecho dos Morros do Sul, faz-se com muita dificuldade. Porém, enormes quantidades de água estagnada atrás desta barragem tornam o Pantanal um labirinto imprevisível de águas paradas e correntes, temporárias ou permanentes,
designadas através de grande quantidade de termos específicos pelo homem pantaneiro. Nas lendas indígenas e nos primeiros mapas, o Pantanal é lembrado como um grande lago cheio de ilhas, o "Mar dos Xaraés".

Em anos chuvosos, como em 1984 ou em 1995, o rio Paraguai expande-se em uma faixa de até 20 km de largura, invadindo os grandes lagos da fronteira boliviana e a Ilha do Caracará, regenerando temporariamente o "mar dos Xaraés" dos antigos climas chuvosos. O rio Paraguai e os outros rios pantaneiros apresentam pouca
declividade, da ordem de 20-30 cm por quilômetro, o que faz com que as águas que se acumulam nos períodos de chuvas intensas escoem com muita lentidão. Em conseqüência, as enchentes, que são máximas ao norte nos meses de março e abril, chegam ao sul do Pantanal somente em julho e agosto. Enquanto isso, imensas quantidades de água, provavelmente centenas de quilômetros cúbicos por ano, perdem-se por evaporação direta para a atmosfera. O Pantanal pode ser, com justiça, considerado a maior "janela" de evaporação de água doce do mundo.

Toda a vida e a economia do Pantanal estão ligadas a este sistema de inundações. A região é um interessante paradoxo aquático em uma área de clima continental semi-árido ou mesmo árido. Sem o abundante e raso lençol freático e os aluviões deixados pelas enchentes, a vegetação terrestre seria parecida com a do Cerrado ou com a do Chaco boliviano. Igualmente, a rica fauna de aves e mamíferos depende, na sua grande maioria, da alimentação aquática. O Pantanal pode ser visto, então, como uma grande e dinâmica interface entre o mundo aquático e o terrestre.

A Travessia da Chapada Norte

O holândes Gaspar jamais se esquecerá de sua vinda ao Brasil. Em especial, do período de duas semanas em que esteve se aventurando pela região de Jacobina e Itaitú, em pleno sertão baiano.

Conheci o holandês num animado quarto de albergue em Salvador, na Bahia. Antes de me lançar à imensidão do agreste, decidi pesquisar junto aos turistas estrangeiros que se amontoam pelas ruas do Pelourinho o que eles sabiam sobre o sertão brasileiro. Não me surpreendi com a resposta: não conheciam nada. Absolutamente nada. Não podemos recriminá-los. Afinal, o que sabem os brasileiros sobre o sertão?

Gaspar, contudo, mostrou-se profundamente interessado pela pesquisa que eu planejava realizar no Nordeste. Movido, talvez, pela alma batávia que levara os holandeses a explorar os mais distantes pontos da Terra. Gaspar decidiu alterar os seus planos de viagem para me acompanhar pelas entranhas do agreste baiano. Partimos de ônibus de Salvador rumo à Jacobina, na desconhecida região da Chapada Norte.

Conhecida como a Cidade-Presépio, Jacobina esparrama-se pelas encostas de imponentes maciços rochosos. A cidade se destaca pela sua localização privilegiada em meio ao semi-árido e pela hospitalidade da sua gente.

Diferentemente do que acontece com a região meridional da Chapada Diamantina (região de Lençois, Mucugê, Andaraí), o Piemonte da Chapada, ao norte, é praticamente inexplorado e maravilhosamente selvagem.

Densas faixas de mata atlântica serpeiteiam por entre grandiosos chapadões, ocultando uma riquíssima biodiversidade. Inúmeras cachoeiras despencam do alto das serras talhando o relevo e formando piscinas naturais. Verdadeiro espetáculo no sertão.

Conheça as contradições do Agreste brasileiro

Por um instante, esqueça da seca. Ao invés do chão árido, esturricado, pense no solo úmido, fresco, varado de água, bordado de musgo. Nem mandacaru, nem juazeiro.

Imagine bromélias gigantes, suntuosos flamboiants vermelhos, magníficos ipês-amarelos. O tom pastel da caatinga dando lugar ao verde vivo da mata atlântica, morada de uma fauna exuberante. Diamantes, prata, ouro. Uma riqueza impressionante escondida no interior desta terra abençoada tanto no subsolo como na superfície. A água nascendo, brotando, jorrando a trinta, quarenta metros de altura, num espetáculo inesperado. Retirantes? Nem pensar! Gente alegre, feliz, honrada em simplesmente ser sertaneja.

Agora, resgate tudo outra vez: a caatinga, o mandacaru, a estiagem, o açude, o jegue, o xique-xique, a carne-de-sol, o gibão, o sofrimento. Não se esqueça dos coronéis, do misticismo religioso, do cordel.

Finalmente, misture todos estes elementos contrastantes, pois o Agreste é uma terra de contradições, de opostos que se chocam violentamente, transformando o sertão em uma das regiões mais fascinantes do Brasil.

Henry Daniel Ajl

Hedonistas pregam liberdade e prazer acima de tudo

Aproveite a atmosfera de liberdade, onde o prazer vem acima de tudo. Os resorts e clubes de hedonismo são voltados exclusivamente para os que querem se divertir, passar momentos agradáveis, alegres, conhecer outras pessoas, tudo sem obrigações. Ande ao natural e, a qualquer momento, seja noite ou dia, deixe sua imaginação fluir sem censura.

O Hedonismo é uma doutrina que considera o prazer individual e imediato como o único bem possível, princípio e fim da vida moral. Não deve ser confundido com o naturismo, caracterizado pela prática do nudismo em grupo com a intenção de encorajar o auto-respeito, o respeito pelos outros e pelo meio-ambiente.

Os clubes hedonistas são uma versão civilizada do "tudo é permitido". As únicas restrições são o uso de drogas e a falta de respeito com o próximo. Todos têm de ser tratados com educação e cordialidade. Sendo assim, uma temporada em um desses clubes (sozinho ou acompanhado) pode significar uma experiência incrível, no mínimo diferente. É um lugar onde tudo pode acontecer... e acontece!

Iniciantes podem se sentir tímidos no início, mas logo serão contagiados pela atmosfera liberal. Os freqüentadores mais assíduos costumam lidar bem com os novatos, respeitando sempre as inibições e desejos alheios. Qualquer espaço dos resorts e clubes podem ser utilizados para pôr em prática as fantasias. Salões, piscinas, jardins e até quartos podem ser ambientes de prazer para casais ou grupos.

Os únicos resorts onde a prática do hedonismo é aberta e encorajada ficam na Jamaica, em um dos mais belos cenários caribenhos. O Hedonism II e Hedonism III fazem parte da rede internacional de resorts SuperClubs, que funcionam no sistema "tudo incluso".

No Brasil, foi fundado no meio de 2001 um clube de hedonismo no Rio de Janeiro, que enfrenta uma batalha jurídica para entrar em funcionamento. Ainda impedido de funcionar em uma sede fixa, o Hedonism Club Brazil promove concursos, jogos, espetáculos e festas temáticas para sócios, em locais variados.

Fonte: Terra

Aproveite o frio e o cenário europeu de Monte Verde

Bem ao sul de Minas, no alto da Serra da Mantiqueira, está a bela estância climática chamada Monte Verde, conhecida como a Suíça Mineira. Cercada de pinheiros, eucaliptos e outras árvores da Mata Atlântica, o clima seco e frio faz dessa típica vila de montanha com arquitetura européia um lugar muito especial onde a natureza é a grande atração.
Das cidades do Circuito das Serras Verdes de Minas Gerais, Monte Verde é, com certeza, a de maior potencial turístico. O vilarejo está situado a uma altitude de 1.800 m e é distrito do município de Camanducaia. Mesmo assim, possui uma ampla infra-estrutura turística, com uma excelente rede hoteleira e variado comércio, além das dezenas de restaurantes que servem da mais sofisticada culinária européia à tradicional comida mineira, além de pratos exóticos, como a carne de javali, criado na região.

As atividades ao ar livre, como caminhadas pelas trilhas, passeios a cavalo, de bicicleta, montanhismo, acquaraid, ou mesmo a contemplação da natureza, são algumas das opções de lazer. Paz, harmonia, equilíbrio e hospitalidade é o que o visitante vai encontrar neste lindo vilarejo.

Os casais românticos adoram o estilo europeu da vila. O clima ajuda a ambientar. As casas de chás e restaurantes especializados em fondues e trutas também. Visitar a criação deste tipo de peixe é um dos passeios oferecidos na cidade. Nos hotéis, equipados com lareira, é comum ver casais degustando um bom vinho e curtindo o tempo a dois.

Para dar mais conforto ao turista, alguns hotéis oferecem playground para as crianças, sempre com acompanhamento de monitores para dar sossego aos pais. A cidade ainda conta com aeroporto para pequenos aviões e helicópteros.

Quando o dia amanhece, cavalgadas e caminhadas são as alternativas para quem busca se encontrar com a natureza. Pelas trilhas, é comum ver diversas espécies de pássaros, esquilos, veados e uma infinidade de flores coloridas. Outra opção é o passeio motorizado de quadriciclo. As crianças têm até pista especial. Todos os passeios são monitorados por um guia.

Já para quem gosta de adrenalina, a cidade também é uma ótima pedida. Arborismo, rapel, rafting, trekking, e vôo panorâmico, tudo pode ser praticado em uma das dezenas de montanhas da região e também nos principais picos de Monte Verde, todos com mais de 2.000 m de altitude, como o Chapéu do Bispo, Pedra Redonda, Mirante e Pedra Partida.

Não cansou durante o dia e ainda quer aproveitar a cidade? Ou procura uma atividade mais relacionada ao modo de vida nas cidades? Além das dezenas de restaurantes, Monte Verde possui o famoso Museu do Disco, pista de patinação e até boliche.

Fonte: terra

Sábado, 21 de Junho de 2008

Conheça os encantos da Praia da Pipa

Situada a apenas 1h30 de Natal, a Praia da Pipa reúne vários encantos em um lugar só, agradando a turistas de todos os gostos; desde os que se interessam por passeios ecológicos até os que apreciam assistir ao pôr-do-sol do alto de uma montanha.
O nome Pipa vem desde a época do descobrimento, quando os portugueses avistaram uma rocha que parecia um barril de longe. Pipa, no Português de Portugal, significa barril, daí a origem desse nome.

Os passeios são inúmeros: o turista pode conhecer a Pipa andando a cavalo ou de quadriciclo, e também fazer uma trilha de Land Rover.

Os adolescentes ainda encontram na Praia da Pipa um local para se divertir. Lá são realizadas as famosas raves (festas a céu aberto onde só se toca música eletrônica, começando à noite e terminando só no dia seguinte).

Para os que gostam de atrações noturnas, existem casas noturnas de diferentes estilos, da salsa ao forró. Aproveite a baixa temporada e conheça os encantos da Praia da Pipa.

Conheça os atrativos de Baía Formosa

Para quem já não agüenta mais ter que disputar um espaço na areia em praias pra lá de lotadas, a saída é ir em busca de lugares ainda pouco explorados. E uma opção que está entre os mais belos cenários do Brasil, sem dúvida, é a Baía Formosa.
O município do Rio Grande do Norte, localizado a cerca de 94km de Natal, bem próximo da divisa com Paraíba, foi habitado por portugueses a partir do início do século XVII e até hoje mantém os ares de pequena vila.

As ruas da cidade são tranqüilas e não é preciso enfrentar filas em bares e restaurantes, mesmo na alta temporada.

A Baía Formosa brinda os turistas com a maior reserva de Mata Atlântica do Estado. Com o nome de Mata da Estrela, a área abriga diversas lagoas. A mais famosa é a Lagoa Araraquara, também conhecida como Lagoa Coca-Cola, devido sua água de cor escura, conseqüência da composição do solo - rico em iodo e ferro. Há quem acredite que o local tem poderes medicinais milagrosos.

Para conhecer trechos desse reserva, a melhor maneira é se aventurar pelas trilhas. Mas não faça isso sem estar acompanhado de quem conhece bem o lugar.

Mas se o que você curte mesmo é o conjunto formado por areia e mar, saiba que Baía Formosa se estende pelo litoral, somando cerca de 25km de praias. Sempre rodeados pela Mata Atlântica, há também trechos de dunas e manguezais. Sagi, Baía Formosa, do Farol, de Perobas e Barreirinhas são os nomes de algumas das belíssimas praias do município.

Os amantes do surfe vão encontrar em Baía Formosa o local perfeito para praticar o esporte. A cidade divide com Pipa e Barra de Tabatinga as preferências dos surfistas no litoral de potiguar.

Além do surfe, passeios a cavalo, de barcos e de buggy são outras opções de lazer do local.

Faça uma viagem pela bela Baía da Traição

Localizada a 78km da capital da Paraíba, João Pessoa, o município de Baía da Traição possui o litoral em formato de meia lua. Seu contorno vai da foz do Rio Camaratuba à foz do Rio Mamanguape, tendo como pontos principais as praias de Cardosas, Tambá, Forte, Trincheiras e Coqueirinho.
Dentre as especulações referentes ao nome da cidade, a mais viável sugere que a alcunha se deve à primeira expedição de exploração realizada pelo português Américo Vespúcio ao local, em 1501. Na ocasião, três marinheiros portugueses teriam sido mortos e devorados pelos nativos, antes recebidos amigavelmente.

Uma área de 20 mil hectares nos arredores abriga 12 aldeias indígenas potiguaras. São elas: Aldeia Forte, Galego, Lagoa do Mato, São Francisco, Traçoiera, Laranjeira, Silva da Estrada, Acajutibiró, São Miguel, Bento, Santa Rita e Cumarú. As visitas podem ser realizadas com o acompanhamento do Centro de Cultura e Apoio ao Turista. Há ainda, no local reservados aos indígenas, produção e venda de artesanato típico.

Opções de lazer não faltam aos turistas que se aventurarem pelas belezas do local. Praias desertas, lagoas e rios ocupam a programação de passeios da cidade. Para chegar a esses lugares, as opções são buggy, motocicletas, à pé ou de barco.

Para quem optar em aproveitar o tempo e desfrutar das belezas naturais da região, algumas atrações são imperdíveis. Além dos passeios de barco saindo da Praia da Baía, com volta pelo Farol, Banho da Ilha e Coroa, há ainda a opção de conhecer outros rios e cachoeiras existentes na região. Festas religiosas, barzinhos e forró dividem a atenção de quem prefere um passeio noturno pela cidade.
Passeios
Veleiro: o passeio de 3 horas tem início na Ponta das Trincheiras, percorrendo as praias da Baía da Traição até chegar à Barra de Mamanguape. Além de visitar áreas preservadas e provar da culinária local, o turista pode ainda aprender a mergulhar e conhecer o Projeto Peixe-Boi.

Praia do Coqueirinho: o acesso à praia pode ser feito pelo Porto de Camurupim, onde pode se assistir a catação de mariscos. Perto do local está a Ilha da Coroa, onde se realizam festas animadas no verão.

Cultura e lazer
Rica em manifestações culturais, a cidade possui diversas festas no decorrer do ano. Entre elas, destaca-se a A Dança do Toré, um ritual indígena onde toda a população dança como forma de agradecimento e valorização de sua cultura.

Dentre as principais comemorações podemos destacar a Festa do Camarão, realizada no mês de setembro na Aldeia Cumarú, a Festa Nossa Senhora da Penha (padroeira da cidade), realizada em janeiro, a da Santa Cruz do Belo Amor, no mês de maio e a Festa da Senhora da Conceição, na Aldeia São Francisco, no mês de dezembro.

O Carnaval da Baia da Traição é um dos mais animados e tradicionais da orla marítima Paraíbana. O ponto de encontro de toda comunidade, principalmente dos jovens nativos e veranistas, acontece na pracinha da cidade ao som de trios elétricos.

Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Divirta-se na praia de Jericoacoara

Localizada a cerca de 300km de Fortaleza, no Ceará, Jericoacoara possui dunas gigantes, lagoas com águas claras, mar calmo e o charme de uma pequena vila. Jeri, como é carinhosamente chamada, chegou a ser reconhecida pelo jornal The New York Times como uma das dez mais belas praias do planeta.
Além de ser considerada um reduto de natureza impecável, tanto que foi transformada, em 1984, em Área de Proteção Ambiental, Jericoacoara também é conhecida por sua áurea mística. E um dos símbolos do lugar é a Pedra Furada, uma formação rochosa com uma fenda no centro.

Com cerca de 15 mil habitantes, a vila de pescadores oferece uma infra-estrutura de dar inveja a grandes centros turísticos. Restaurantes e pousadas aconchegantes agradam turistas de todos os gostos e paladares. Mas a boa comida não é o único divertimento da região, durante a noite diversos ritmos tomam conta de Jeri, desde o tradicional forró até o som tecno que rola em pequenas festas que acontecem principalmente na alta temporada.

Para quem gosta mesmo é do mar, o windsurfe é uma das práticas mais procuradas na região, já que os ventos fortes fazem de Jericoacoara o lugar perfeito para o esporte. Já na areia, a estrela é o sandboard, um tipo de surfe que encontra nas dunas o espaço ideal para as manobras radicais.

Praia de água doce
As lagoas são as grandes atrações de Jeri, sendo Jijoca a principal delas. Esta lagoa é dividida em duas partes - a Lagoa Azul e a Lagoa do Paraíso. Nesta última estão localizados os principais restaurantes e pousadas da região.

As águas calmas das lagoas são um convite para um passeio de jangada ou de caiaque.

Domingo, 15 de Junho de 2008

São Cristóvão é uma aula de história

O município de São Cristóvão, a 23km de Aracaju, traz no ar um cheiro de saudosismo e uma aula de história a cada esquina. A quarta cidade mais antiga do País, fundada por Cristóvão de Barros em 1º de janeiro de 1590, foi a primeira capital do Estado. Só em 1855, o então presidente da Província Sergipe Del Rei, Inácio Joaquim Barbosa, transferiu a capital para a cidade de Aracaju.
A cidade é tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional desde 1967. O município desenvolveu-se seguindo o modelo urbano português em dois planos: cidade alta com sede do poder civil e religioso e cidade baixa com o porto, fábricas e população de baixa renda. Nas fachadas das construções é possível identificar a divisão social do Brasil colônia. As tribeiras, beiras e as eiras indicavam quem ali morava, se era rico ou pobre, poderoso ou não.

O Lar Imaculada Conceição é parada obrigatória na cidade. Ele já foi orfanato e desde 2002 é um semi-internato que abriga 46 meninas. No local, a escola atende 350 crianças de 1ª a 4ª série. Dentro do lar tem a Igreja da Visitação e uma gruta de cerca de 100 anos com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

Na cidade, é comum encontrar casas com portas e janelas estreitas. Na época, o imposto era cobrado de acordo com o tamanho da fachada da residência. Mas São Cristóvão tem ao menos cinco sobrados dos séculos XVII a XIX. O Sobrado do Balcão Corrido, que fica no centro histórico, foi construído no século XIX em estilo colonial com forte influência mourisca. O balcão do sobrado tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional é guarnecido por madeira esculpida. O Sobrado da Antiga Cadeira, do século XIX, hoje abriga a Escola de 2º Grau Deputado Elísio Carmelo. O Sobrado da Antiga Rua das Flores é do final do século XVII. Ele também foi tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional.

Outro ponto turístico que deve ser visitado é o Cristo Redentor, monumento de concreto de 16m de altura, que fica a 2km do centro histórico. De autoria do arquiteto italiano Belando Beladi, o monumento foi construído em 1924.

Para comer, São Cristóvão tem a queijada - doce típico português. A receita é de família e é guardada a sete chaves.
Fonte: terra

Conheça os atrativos do menor Estado do Brasil

Quente ou muito quente". Esta seria uma das primeiras definições para quem pergunta sobre o menor Estado em extensão territorial do País. Sergipe, que tem 22 mil km² e uma população de 2,7 milhões de habitantes, guarda belezas naturais e arquitetônicas como o Canyon do São Francisco, o quinto maior canyon navegável do mundo, e as igrejas seculares dos municípios de São Cristóvão e Laranjeiras. Entretanto, para os passeios noturnos é bom se precaver. Em algumas épocas do ano é possível que o turista se depare com um vento fresco.
Aracaju, a capital do Estado, tem 505.286 mil habitantes. As ruas, muito limpas, são formadas por quadriláteros perfeitos, como um tabuleiro de xadrez. Será que é coincidência a paixão do povo por esse jogo? Pelas ruas da cidade é possível encontrar mesas desenhadas esperando pelo embate. Outra mania é o dominó. Nos mercados públicos da cidade, os comerciantes dividem, muitas vezes, o tempo entre o jogo e o atendimento ao freguês.

A capital sergipana tem atrativos naturais, manguezais beirando largas avenidas e praias mornas. O que chama atenção na Orla da Atalaia é a longa extensão de areia para chegar ao mar. Mas se a caminhada cansar, uma boa opção é atravessar a avenida e pedir delícias do mar, como um caranguejo, siris, robalos ou ainda uma carne de sol. Para matar a sede o ideal é um suco de mangaba. O licor de jenipapo é uma boa pedida também.

Barra dos Coqueiros, separada de Aracaju pelo rio Sergipe, oferece passeios de catamarãs e lanchas. Para chegar, o acesso por Aracaju é pela ponte Construtor João Alves.

Antes de ir embora, é impossível deixar de comprar uma lembrança do Estado. Os antigos mercados Thales Ferraz e Antônio Franco, em Aracaju, são uma boa opção. Eles foram restaurados e transformados em um complexo que reúne história, cultura, artesanato e comidas típicas.

Na banca de seu João Cabral, 67 anos, há opções para os admiradores da Literatura de Cordel. Ele, que é autor de Vida e Morte do Cangaceiro Zé Baiano, entre outros títulos, garante que vive da literatura há 51 anos e sua inspiração é fruto divino.

Tradição
Uma boa época para visitar Sergipe é em junho. Neste mês, os sergipanos homenageiam Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro(20) em festas juninas de grande estilo. As cidades se "vestem" de bandeirinhas. Hotéis, casas, estacionamentos de condomínios e as ruas das cidades são decoradas com os enfeites. Balão, e adereços típicos completam a ornamentação. As fogueiras espalhadas pelas ruas também ajudam a esquentar ainda mais o clima.

Há quem diga que as cidades mudam de cheiro nesta época do ano - não seria para menos. Há as mais variadas iguarias sendo feitas por todas as partes - tem pé-de-moleque (sem amendoim), beijus, pamonha, carne de sol, suco de mangaba, doce de caju e muito mais.
Fonte: terra

Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Conheça as belezas da Praia do Espelho

O litoral baiano abriga verdadeiras jóias da natureza e um dos locais que faz parte desse tesouro, sem dúvida, é a Praia do Espelho. Localizada no distrito de Caraíva, dentro do município de Porto Seguro, a Praia do Espelho é uma ótima opção para quem quer sossego, sol e mar.
Celebridades nacionais e artistas internacionais já se refugiaram neste paraíso que até o ano passado não possuía energia elétrica. Atualmente, no distrito de Caraíva está sendo instalada uma rede de energia com fios subterrâneos. Esse tipo de iluminação foi escolhido para não acabar com estilo rústico e aconchegante do vilarejo. Dessa forma, a luz existe somente dentro das casas e estabelecimentos comerciais, as ruas continuam sendo clareadas pelo luar e o brilho das estrelas.

O nome Praia do Espelho na verdade é um apelido que nasceu devido ao efeito provocado pelo reflexo do sol nas piscinas naturais formadas no mar. Praia do Curuípe é a denominação oficial dessa belíssima extensão de areia e águas claras.

A maioria das pousadas e restaurantes se localiza no centro de Caraíva, que fica à aproximadamente 9km da Praia do Espelho. No entanto, para quem está disposto a gastar um pouco mais, vale a pena se acomodar próximo do mar de Curuípe.

Atrações e passeios
Sem dúvida o maior atrativo do lugar é a natureza. Para apreciá-la da melhor forma, você pode apenas relaxar em uma cadeira de frente para o mar ou optar pelos passeios.

Caminhadas e cavalgadas são as atividades mais freqüentes. Mas, para quem gosta de ir além, existem os mergulhos pela Costa do Descobrimento - que se estende desde Belmonte até Caraíva. Os principais pontos para a prática são o Parque Marinho Recife de Fora e o Parque Marinho da Coroa Alta.

Uma atração imperdível é o passeio de canoa pelo Rio Caraíva, que é margeado por manguezais, a Mata Atlântica e fazendas de gado. A aventura começa no cais do vilarejo e vale a pena ir até a Reserva Pataxó de Barra Velha, no Parque Nacional de Monte Pascoal.

Outra coisa que você não pode deixar de fazer é subir até o topo da falésia da Praia do Espelho para registrar do melhor ângulo as paisagens formadas pelo mar, os coqueiros e a areia.

Sem badalação, mas com muito forró
A vida noturna da vila de Caraíva se resume aos aconchegantes restaurantes e aos bailes de Forró. Os mais conhecidos são o Forró do Pelé e o do Ouriço. Quanto às opções de culinária, uma boa pedida é o Bar do Porto, que fica às margens do Rio Caraíva. O estabelecimento oferece pizzas, música ao vivo e um ambiente iluminado à luz de velas.

Se a intenção é um jantar com mais requinte, o Restaurante do Brando, que fica no Condomínio do Outeiro, serve exóticos pratos que mesclam a culinária italiana com influências asiáticas.

Mas para quem gosta de agito, o melhor a fazer é ir até Trancoso, a 30 minutos da Praia do Espelho. A cidade tem opções de bares e baladas, além de festas e shows na alta temporada.

Conheça o paraíso baiano emoldurado pela Mata Atlântica

Esquecida até o final dos anos 90, Itacaré foi redescoberta depois que as precárias estradas de terra foram asfaltadas. Antes disso, somente alguns surfistas se aventuravam para alcançar as praias que garantem ondas de até três metros. Não admira tamanho esforço quando se pode vislumbrar rios, cachoeiras e praias desertas envoltas pela Mata Atlântica. Aliás, um cenário bastante diferente do nordestino formado, em sua maioria, por falésias e dunas.
Localizada a 60 km ao norte de Ilhéus, Itacaré ocupa uma área de 730km² com cerca de 20 mil habitantes. O município fica no trecho do litoral da Bahia chamado de Costa do Cacau. Por muito tempo, a região foi conhecida apenas pela produção e exportação da fruta, ficando a exuberância da paisagem em segundo plano.

Somente após a vassoura de bruxa, uma praga da lavoura de cacau, é que Itacaré recorreu as suas belezas naturais e se converteu em point a quem pratica esportes de aventura. Contudo, o ecoturismo não é o único atrativo.

Nada melhor do que poder tomar banho de mar e divertir-se em uma cachoeira em um único dia. Em Itacaré isso é possível. As praias de acesso mais fácil ficam próximas à cidade, como Conchas e Ribeirinha, com barracas bem estruturadas; já Resende e Tiririca preservam aquele clima "natureba".

E quem estiver disposto a encarar uma boa caminhada, o leque de opções é ainda maior. Trilhas conduzem às lindas Jeribucaçu, Engenhoca, Prainha e Havaizinho, reduto dos amantes do surfe.

Itacaré ainda reserva bons programas para curtir à beira de água doce. Apesar dos apenas quatro metros de queda da cachoeira de Tijuípe, os seus quinze metros de largura garantem locais adequados para mergulhos refrescantes. Os praticantes de canoagem no rio de Contas encontram um merecido descanso nestas águas.

Conheça um paraíso tropical chamado Ilhéus

Ilhéus é um cenário ideal para os visitantes que buscam belezas naturais e roteiros históricos - que estampam nas fachadas das construções a influência do período áureo da cultura do cacau. A cidade de clima quente e úmido fica a 460km de Salvador e tem uma população média de 221 mil habitantes.
Culturalmente, a cidade é conhecida como a terra de Jorge Amado, um dos mais famosos escritores brasileiros, que imortalizou nas suas obras a cidade, seus costumes e a apimentada culinária local composta por peixes, lagostas, camarões, caranguejos e mariscos.

Tanto que um dos passeios mais marcantes é conhecer o bar Vesúvio, que ambientou o romance Gabriela, Cravo e Canela, uma das obras mais conhecidas do escritor baiano. Para completar o roteiro cultural, vale dar uma passadinha na antiga casa do escritor, que hoje abriga a Fundação Cultural, a Academia de Letras e o Instituto Histórico de Ilhéus.

A cidade também fascina pela natureza, já que é banhada por águas azuis e ainda preserva a Mata Atlântica, onde, com um pouco de sorte, é possível apreciar a extinta espécie que habita a região: o mico-leão-dourado.

Os ecoturistas vão se maravilhar com a Lagoa Encantada, pois lá estão refrescantes quedas d'água - como o Saltos do Almada e o Salto do Apepique -, ilhas flutuantes e uma vila de pescadores. Outro destino ecológico imperdível é passear de barco entre os manguezais do Rio do Engenho, que fica na vila Nossa Senhora de Santana, onde foi construído um dos primeiros engenhos de cana-de-açúcar da Bahia.

A história do tempo colonial pode ser, de certa forma, recontada pela arquitetura, a exemplo dos casarões e fazendas de cacau espalhadas pela cidade. O roteiro histórico não pode deixar de fora a Catedral de São Sebastião, o Convento e a Igreja de Nossa Senhora da Piedade, no bairro Alto do Ceará.

Por conta das altas temperaturas durante todo o ano, o maior atrativo de Ilhéus são suas praias de areia clara e águas límpidas. A Praia do Cristo localiza-se na ponta que divide o mar da Baía do Pontal e é bastante procurada pelos esportistas náuticos. Já a Praia de São Miguel está a 5km do Centro e oferece barraquinhas para acomodar os banhistas. A Praia de Canabrava, por sua vez, tem ondas fracas e uma paisagem de coqueirais quase que inexplorada.

Aproveite o sol e o calor da Costa do Sauípe

Um paraíso construído no exuberante litoral baiano. Este é o cenário da Costa do Sauípe, um resort que aproveitou o que há de melhor na natureza do município de Mata de São João e usufruiu da tecnologia da construção civil para se tornar um lugar perfeito para relaxar e curtir as férias.
A Costa do Sauípe é um empreendimento, localizado a 76km do aeroporto de Salvador, composto por seis hotéis - Costa do Sauípe Convetions, Costa do Sauípe Suítes, Marriott Costa do Sauípe, Pestana Sauípe, Renaissance Costa do Sauípe e SuperClubs Breezes - que por si só já são suficientes para garantir tranqüilidade e conforto aos turistas.

Mas as atrações do lugar são inúmeras. O lazer é garantido pelos centros de tênis, de náutica, eqüestre, poliesportivo, campo de golfe e spa.

Além disso, há a Vila Nova da Praia que reúne bares, restaurantes, lojas, agências bancárias. É um mini-centro à disposição dos visitantes.

Toda a infra-estrutura, no entanto, não substitui as belezas da praia exclusiva. Inserida na Costa dos Coqueiros, litoral norte da Bahia, a Costa do Sauípe é um recanto privilegiado pelo sol. A temperatura média da região é de 27ºC.

A praia possui seis quilômetros de extensão. Neste território é possível apreciar as paisagens formadas pelos coqueiros e aproveitar para descansar na areia de cor bem clara e no mar que apresenta coloração azul-esverdeada.

Opções de lazer
Na Vila Nova da Praia acontecem shows de música e dança, apresentações de peças folclóricas e cultura baiana, além de oficinas de arte.

Campeonatos esportivos também têm espaço garantido nos centros da Costa do Sauípe. Dentre os mais conhecidos estão o Brasil Open de Tênis e o Circuito Brasileiro de Golfe.

Descubra as atrações da Ilha de Comandatuba

A Ilha de Comandatuba não é apenas mais um paraíso no extenso litoral da Bahia. Ela é o destino para quem aprecia belezas naturais sem abrir mão de conforto digno dos melhores resorts do mundo. Localizada no município de Una, a 75 km de Ilhéus, a ilha possui cerca de 21 km de praias. E em 50 mil metros quadrados está instalado o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba, única opção de hospedagem do local.
O hotel conta com infra-estrutura que engloba um campo de golfe, cais para esportes náuticos, quatro restaurantes, diversos bares e, ainda, um aeroporto exclusivo, que recebe os vôos fretados.

Diversão
Para quem quer ação, não faltam opções de esporte e lazer. Além da piscina semi-olímpica, com raias e toboágua; há outra com 1,2 mil m², com recortes ovais margeados por coqueiros.

Campo de futebol, quadras de tênis, de squash e poli-esportivas também estão instaladas no resort. Quem prefere ficar com os pés na areia, há espaços para a prática de frescobol, vôlei de praia, windcar e mini-buggy em pista, para adultos e crianças.

Aos mais aventureiros são destinadas as modalidades de esportes náuticos, como o caiaque, jet-ski, banana boat, wakeboard e esqui-aquático. Já para a prática da pesca oceânica, o hotel disponibiliza monitores especializados.

Os jogadores de golfe, amantes ou profissionais, têm à disposição o Comandatuba Ocean Course, um campo com 18 buracos, localizado entre o mar e o mangue.

Natureza
As belezas naturais da ilha proporcionam ao turista atividades como a caminhada de 4,5 km pela praia com retorno, de escuna, pelo Canal de Comandatuba, e o passeio de lancha pelo manguezal em direção à Barra Norte, local onde o rio se encontra com o mar.

Com guias, é possível fazer observação de aves, praticar ecobike, e ainda visitar a Fazenda do Cacau e o Ecoparque de Una.

Para se livrar do estresse
Sem dúvida um dos principais objetivos de uma viagem é resgatar as energias que são gastas no dia-a-dia de trabalho. Para isso, nada melhor do que receber os cuidados dos profissionais de um spa. No Transamérica está instalado o Spa L'Occitane, que usa ingredientes típicos da Ilha de Comandatuba, como coco tropical e a lama do mangue.

Atividades para os pequenos
Enquanto os adultos aproveitam os tratamentos do spa ou se divertem em uma pesca ou partida de golfe, as crianças podem se divertir em áreas com atividades recreativas. Uma delas é a Casa do Tarzan, feita com brinquedos rústicos. Outra opção é a Casa das Crianças, que possui piscina infantil, sala de jogos, videoteca e sorveteria.

Há ainda a Comandaturma, um projeto que transmite ensinamentos de preservação do meio ambiente à criançada.

Sábado, 7 de Junho de 2008

Charmosa e requintada, Campos do Jordão é a cidade de inverno do Sudeste brasileiro

No alto da Serra da Mantiqueira, a 1.700 metros de altitude, Campos do Jordão é destino certeiro para quem gosta de curtir o inverno com muito requinte e glamour. Pousadas e hotéis aconchegantes, bares e restaurantes badalados e uma intensa programação cultural transformam a cidade paulista em uma das estâncias turísticas mais procuradas quando as temperaturas caem e o frio aparece. Só em junho e julho, um milhão de turistas passam por lá. As construções em estilo colonial, a beleza natural e a pureza do clima de montanha só completam a lista de motivos para que o município serrano seja tão disputado nos meses mais gelados do ano.

Campos do Jordão é puro luxo. Não é à toa que ganhou o título de "Suíça Brasileira". Entre suas vilas, a mais badalada é sem sombra de dúvida Capivari. Cercada por um forte clima europeu e dona de uma variedade gastronômica pra ninguém botar defeito, a vila é o point preferido dos turistas na alta temporada. Por ali, se concentram ainda diversas lojas especializadas em malhas e chocolates, a disputada cervejaria Baden Baden e o teleférico do Morro do Elefante, parada obrigatória para os que vão ao município. Do alto dos 1.800 metros do morro, o turista tem uma visão panorâmica e privilegiada de Campos.

A cidade também ferve com o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. O evento dedicado à música erudita leva à cidade um mix de atrações culturais e promove apresentações em diversos pontos. Os artistas nacionais e internacionais se revezam em palcos como o da Praça Central, onde geralmente acontecem as performances gratuitas, e o do Auditório Cláudio Santoro, onde é preciso pagar para ver os shows.

Para quem é ligado em natureza, Campos do Jordão oferece diversas atrações ecológicas. O visitante pode escolher entre trilhas, pescaria, arvorismo e passeios a cavalo, entre outras modalidades. Há paisagens, como a do Complexo da Pedra do Baú e do Pico de Itapeva, que são de deixar qualquer um boquiaberto.

Apesar de fazer mais sucesso durante o inverno, Campos do Jordão pode ser visitada durante o ano todo. A cidade possui uma excelente infra-estrutura, com cerca de 8.000 leitos em hotéis e pousadas, casas para aluguel, incontáveis opções de restaurantes e atrações. Sem contar que, fora do período badalado, o sossego impera, contribuindo para uma estada mais tranqüila e barata, sem o tumulto e o trânsito dos meses mais frios.

Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Guaruja é destino certo em dias de calor

Nos anos 70 e 80, o Guarujá era sinônimo de glamour e destino certo das famílias paulistas abastadas. Mesmo que este requinte tenha ficado no passado, o balnerário é um dos lugares mais procurados nos finais de semana e feriados, principalmente no verão.

Para quem gosta do agito e de ruas movimentadas, as praias de Pitangueiras, Enseada e Pernambuco são boas opções. Na programação noturna não faltam restaurantes, bares e baladas que garantem diversão até o amanhecer.

Além da diversão à beira-mar e das ondas procuradas pelos surfistas, o Guarujá oferece lazer para a família toda. O Aquário Acqua Mundo é o maior da América do Sul e um ótimo passeio para as crianças. Há ainda os passeios históricos com visitas à Fortaleza de Itapema, ao Forte dos Andradas e à Maria Fumaça.

Sábado, 17 de Maio de 2008

Cláudia Leitte dá suas dicas de viagem

Quando o assunto é turismo, a cantora Cláudia Leitte sabe dar valor aos roteiros sofisticados, mas também gosta de simplicidade. Ao dar suas dicas de viagem, ela escolheu um lugar de "luxo" e outro mais "barato".

Para quem está com o orçamento mais curto, a cantora indica Barra Grande, na Baía de Camamu, litoral baiano. "As praias são quase virgens. É um lugar bem deserto, bom para quem quer fugir do agito e descansar."

Barra Grande está localizada na Península de Marau. Dentre os 40km de praias primitivas, a Barra é o local que conta com melhor infra-estrutura, com pousadas e restaurantes.

A Baía de Camamu, berço do paraíso indicado por Cláudia, é a terceira maior do Brasil, atrás apenas da Baía de Todos os Santos e Baía da Guanabara.

Para quem pretende fazer uma viagem romântica e tem dinheiro para gastar, a vocalista do Babado Novo indica Bruges, na Bélgica. "Lá é muito lindo, principalmente no inverno. Escurece cedo, tem neve e vários restaurantes românticos".

O lugar é considerado a Veneza do Norte, por isso Cláudia aconselha os turistas a não deixarem de fazer um passeio de gôndola. "Também é uma delícia caminhar pelas ruas. Há muitas catedrais e construções históricas."

Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

No Caribe colombiano, San Andrés tem "mar de sete cores", águas boas para esportes e comércio livre de impostos

A 700 km da costa continental da Colômbia e próximo à Nicarágua, um pontinho pequenino no mar do Caribe se destaca no mapa da América. O conjunto de ilhas colombianas onde chegaram os ingleses que buscavam novas terras no final da década de 1620 desponta hoje como um dos principais destinos turísticos do país. Com apenas 26 km² de extensão, a paradisíaca San Andrés é a maior e principal delas.

Assim como outras ilhas do Caribe, San Andrés ficou famosa pelos casamentos realizados dentro e fora da água -existe uma lei que permite matrimônios de estrangeiros com a apresentação do passaporte- e desfruta da condição de zona franca, o que torna a região um destino cobiçado para as compras de importados, com destaque para a incrível quantidade de bebidas, eletrônicos e perfumes encontrados nas lojas do centro comercial e na Peatonal, um calçadão onde estão as mais luxuosas lojas da cidade.

Os cayos (ilhotas) próximos a San Andrés figuram entre as principais atrações da região e são perfeitos para a prática de esportes aquáticos, como snorkeling, esqui-surfe, windsurfe e mergulho. As águas que circundam o arquipélago e se espalham sobre o tapete colorido do fundo do mar, conhecido por "mar de sete cores", oferece condições térmicas e profundidade ideal para os profissionais do buceo (mergulho em espanhol) praticarem o esporte.

Para quem quer desfrutar de sol, praia, descanso com sabores e sons do Caribe, Rocky Cay e San Luis são as duas praias mais indicadas da ilha, pois oferecem mar calmo, areia branquinha e infra-estrutura de hotéis e restaurantes. O clima é estável durante o ano todo, e a temperatura de calor do Caribe costuma se manter entre 28ºC e 30ºC.

Com uma população que ultrapassa os 77 mil habitantes, San Andrés é um caldeirão de culturas que se misturam e dão um toque especial ao seu clima. Além do espanhol, o inglês crioulo -também popular em outras regiões do Caribe- é bastante falado pelos isleños, que vivem sob influência do reggae e de Bob Marley, personagem estampada em bares e muros da cidade.

A 20 minutos de avião e a 72 km ao norte da maior ilha colombiana no Caribe, está Providencia, paraíso dos ecoturistas e dos amantes dos refúgios de natureza preservada e virgem. Bem diferente de San Andrés, a pequena ilha que abriga a terceira maior barreira de recife de corais do mundo, Reserva da Biosfera pela Unesco, é onde o turista pode desfrutar da sensação cinematográfica de estar em uma verdadeira ilha 'quase' deserta. Isolada geograficamente, a única vizinha de Providencia é Santa Catalina, ilhota verde que tem 1km² de extensão.

Sábado, 26 de Abril de 2008

Pirâmides e palácios são atrações da Cidade do México

Gustavo Viana/Gazeta Mercantil

Nada melhor do que começar a visita pelo centro histórico da cidade, que tem como marco principal a praça Zócalo, localizada onde em tempos pré-hispânicos ficava Tenochtitlán, capital da civilização asteca, destruída pelos espanhóis. A praça é rodeada por prédios coloniais espanhóis e edifícios administrativos, como a sede do Poder Executivo Federal, e o edifício do Governo do Distrito Federal, sede do Poder Executivo.

O monumento mais importante é a Catedral Metropolitana da Cidade do México, cuja construção começou em 1573 e levou mais de dois séculos para ser finalizada. Ao lado da catedral ficam as ruínas do Templo Maior, construído pelos astecas e descoberto somente em 1978.

No Zócalo o turista pode fazer uma limpeza espiritual, oferecida por descendentes de índios, que benzem os interessados com lavanda e plantas, como o copal - resina extraída de um pinheiro e que, segundo a lenda local, foi retirada da árvore da vida que o Deus da Terra presenteou para a humanidade em forma do sangue vital.

Bem próximo ao centro histórico está o belíssimo Palácio de Bellas Artes, palco de exposições e peças de teatro. Com uma bela fachada em mármore branco, a cúpula do prédio é coberta com uma cortina de mosaicos, da centenária joalheria Tiffany, com mais de um milhão de peças de cristal. Na Torre Latinoamericana, edifício com quase 200 metros e 44 andares, tem-se a melhor vista da cidade.

A maior prova do fervor religioso dos mexicanos acontece na Basílica de Guadalupe, erguida em homenagem à santa que no México tem o mesmo status de Nossa Senhora Aparecida no Brasil. Em 12 de dezembro, dia de Nossa Senhora de Guadalupe, a basílica recebe cerca de 7 milhões de fiéis. Em dias normais, o local vira praticamente um acampamento de fiéis, que passam o dia na área externa - onde se encontra a antiga basílica, a nova e ainda uma capela, além de um belíssimo jardim.

A antiga basílica, escorada em seu interior por estruturas metálicas, está em restauração e pode-se facilmente ver que está inclinada, como a Torre de Pisa, na Itália. A igreja já afundou cerca de quatro metros. Praticamente todos os monumentos históricos da Cidade do México passam por reformas.

Construída onde antes ficava um vale repleto de lagos, a cidade está afundando lentamente. Grande parte dos artefatos encontrados em escavações arqueológicas pode ser vista no Museu Nacional de Antropologia, localizado no enorme Parque de Chapultepec, outro ponto turístico imperdível.

Mas o grande ponto turístico próximo à Cidade do México são as pirâmides de Teotihuacan, um sítio arqueológico localizado a 40 quilômetros da capital. Declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1987, e maior cidade conhecida da época Pré-Colombiana na América, o local é composto por duas grandes pirâmides (da Lua e do Sol), e pela calçada dos mortos, além de museus e lojas.

Não é exagero dizer que o povo mexicano e tão ou mais fanático por futebol do que o brasileiro, o que pode ser visto nas camisas usadas nas ruas e também nas conversas com os mexicanos. Mas além do futebol, os mexicanos são fissurados por luta livre, mistura de esporte e teatro.

O estádio Coliseu - uma espécie de La Bombonera da luta livre - fica lotado nas tardes de domingo pela fanática torcida. Na rua, dezenas de ambulantes vendem fotos e réplicas das máscaras usadas pelos lutadores. O grande astro do momento - adorado por crianças e adultos - é o lutador Místico, que pode ser visto em camisetas, faixas e máscaras, e realmente dá um show no ringue, esbanjando habilidade.

Para quem gosta de fazer compras, a dica é o belo e arborizado bairro Zona Rosa, onde estão as lojas das mais famosas grifes. O La Condesa é o bairro boêmio, com bares, restaurantes e pubs.

Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Curta as férias na neve sem ir muito longe

As férias de inverno estão chegando e nada mais típico que passar uma temporada em uma estação de esqui. O melhor de tudo é que você não precisa atravessar o atlântico e nem percorrer milhas até a América do Norte. Argentina e Chile oferecem roteiros com atrações surpreendentes a baixo de zero.

Bariloche
Bariloche é um dos mais importantes centros turísticos da Argentina. Além da neve, é possível passear de barco, visitar o Parque Nacional Nahuel Huapi ou ainda ficar nas alturas no teleférico Cerro Campanário.

Portanto, mesmo que você não tenha habilidade para os esportes de inverno, não ficará parado. Mas se sua intenção é mesmo esquiar, escolha os meses de julho e agosto.

Se seu objetivo é praticar esporte, opte pelas hospedagens na montanha, que ficam a cerca de 16km da cidade. Opções mais luxuosas estão nos arredores do centro.

No período que se inicia no final do mês de junho até a primeira quinzena de agosto, há vôos diários entre São Paulo - Bariloche.

Onde ficar:
Llao & Llao Hotel & Resort
www.llaollao.com

Hotel Apartur Bariloche
www.aparturbariloche.com.ar

Chapelco
Esta estação de esqui está localizada à 19km de San Martin de Los Andes, cidade que oferece ótima infraestrutura de hotéis, restaurantes, pubs, cinemas e cassinos.

Além de esquiar pelas 31 pistas, é possível encontrar outras atrações de inverno, como as caminhadas com raquetes, passeios em trenó puxados por cachorros siberianos e excursões na neve com motos.

Onde ficar:
Complejo Aspen Hotel & Hostería
www.hotelaspen.com.ar

Hotel La Cheminée
www.hosterialacheminee.com.ar

Patagonia Plaza Hotel
www.hotelpatagoniaplaza.com.ar

Las Leñas
Localizada na província de Mendoza, Las Leñas apresenta o maior desnível esquiável da Argentina. O complexo conta com pistas de inclinação extrema e, uma vez por semana, algumas áreas são iluminadas, ou seja, é possível fazer esqui noturno.

Las Leñas conta com cinco hotéis, um centro comercial e um cassino. Para chegar, há duas opções: vôo fretado do aeroporto de Malargue ou o percurso de 70km pelas estradas.

Onde ficar:
Hotel Piscis (cinco estrelas)
Hotel Aries (três estrelas)
Apart Hotel Villa Capricornio
www.laslenas.com

Cerro Castor
Já ouviu falar do fim do mundo? Ele fica aos pés da Cordilheira dos Andes, na Patagônia: o ponto mais austral do continente americano. Nesta região está inserida Ushuaia, cidade onde está instalado Cerro Castor.

Este centro de esqui, devido sua posição geográfica, oferece a mais longa estação de neve da América do Sul. São 19 pistas distribuídas em 20km. Para os iniciantes, há aulas de esqui e snowboard particulares ou coletivas.

Onde ficar:
Las Haya Resort Hotel
www.lashayashotel.com

Hotel Del Glaciar
www.hoteldelglaciar.com

Los Cauquenes
http://loscauquenes.com

Valle Nevado
A 60km de Santiago, no Chile, Valle Nevado é um complexo turístico formado por três hotéis: Valle Nevado (cinco estrelas); Puerta del Sol (quatro) e Três Puntas (três), além dos condomínios Valle del Sol e Mirador del Inca.

Os hotéis são próximos e permitem que os hóspedes de qualquer estabelecimento circulem pelos demais livremente, o que inclui acesso às piscinas aquecidas, fitness center, sauna, sala de jogos e aos restaurantes.

Quem quer ação, mas não sabe esquiar, pode procurar pelas aulas gratuitas (ferecidas geralmente para quem permanece hospedado por no mínimo cinco dias em Valle Nevado). Para os mais profissionais, helicópteros levam até os picos mais altos. São 34 pistas divididas de acordo com o nível dos praticantes, sendo que Cerro de Três Pontas possui o ponto esquiável mais alto, com um desnível de 810m.

Onde ficar:
Valle Nevado Sky Resort
Puerta del Sol
Três Puntas
www.vallenevado.com

Portillo
Este é o mais antigo centro de esqui da América do Sul. Sua história começa no final do século XIX, durante a construção da ferrovia que liga o Chile à cidade argentina de Mendoza. Na década de 70, a infra-estrutura já estava sólida, e foi nessa época que Portillo passou a sediar campeonatos mundiais de esqui.

Além do único hotel, que leva o nome do local, há opções mais baratas de hospedagem, como o Inca Lodge, que lembra um albergue, ideal para mochileiros. E ainda, o Octógono Lodge, habitações que comportam até quatro pessoas, indicadas para grupos de amigos.

O lago Del Inca, localizado a frente do hotel, contribui para a paisagem local e também para a qualidade do esqui. Um sistema de fabricação de neve utiliza a água do lago para garantir a diversão mesmo nos anos mais secos.

Para quem gosta de muita ação, é obrigatória a visita às pistas pretas: locais onde ocorrem as provas de velocidade. As mais conhecidas são Roca Jack e Garganta.

Onde ficar:
Hotel Portillo
Inca Lodge
Octógono Lodge
www.skiportillo.com

Pucón
O vulcão Pucón deu nome a esta estação vizinha de Villarica, uma charmosa cidade chilena que oferece opções de lazer como cassinos, restaurantes e centros de compras.

São 20 pistas para todos os níveis. A maioria é muito procurada pelos praticantes de snowbord.

O hotel fica às margens do lago Villarrica e oferece duas piscinas aquecidas e um mini-clube para crianças de até 12 anos.

Para chegar a Pucón é preciso fazer conexão por Santiago até o aeroporto de Temuco. De lá são mais 100km por terra.

Onde ficar:
Gran Hotel Pucón
www.granhotelpucon.com

Termas de Chillan
Neste local, a Cordilheira dos Andes recebe uma "cobertura" de encantar os olhos: as pistas são cercadas por um bosque tão branco quanto a neve.

São mais de 45km de percursos para os praticantes de esqui e snowboard. Mas quando você cansar de tanto frio, a atração ideal é se banhar na piscina termal ao ar livre. E se quiser relaxar ainda mais, vale a pena procurar pelos serviços dos spas.

O Casino de Montaña de Chile é opção de divertimento para as noites. A hospedagem é encontrada em dois hotéis, além de alguns condomínios.

Onde ficar:
Gran Hotel Chillán
www.termaschillan.cl

Quem leva:
CVC
Tel.: (11) 2191-8911
http://www.cvc.com.br

Interpoint Viagens e Turismo
http://interpoint.com.br

MAKtour
http://www.maktour.com.br
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